O verdadeiro mundo é arte.
A arte é o desconhecido. Ela sussurra nossa pertença ao ser, celebra a vida. Assim a arte quer ser vivida: como algo que não deveria cessar nunca.
Mas ela cessa. E ficamos com o problema de saber como viver quando a arte acaba.
Feito um regador, o Festival de Arte Serrinha equacionou a questão da vida após a morte da arte borrifando arte nas coisas da vida.
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